Descrição
Os três conceitos que dão nome à obra têm sido amplamente referenciados e vozeados por especialistas, professores formadores e professores da educação básica, a partir de diversos enquadres teórico-metodológicos. E é exatamente com essa mobilização recorrente que justificamos a força de nossa escolha: sempre teremos aspectos silentes para serem angulados em recortes de problemas sociais e questões concretas de linguagem.
Aqui, damos vazão a enquadres em Linguística Aplicada. Essa área transdisciplinar tem nos ensinado como recortes locais da realidade singularizam o fazer pesquisa no campo, sempre “[…] traduzindo-a para a nossa realidade [que] é específica para cada um de nós” (Rajagopalan,2010, p. 6).
Fazer LA implica estarmos sempre engajados cronotopicamente e responsivamente com pautas que nos (co)movem como sujeitos sociais. Assim, reagimos de modo situado a questões que, embora sejam locais, adquirem força translocal dado o exercício político acionado por cada discussão social (Pennycook, 2010).






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