Descrição
Os capítulos deste livro partem de contextos específicos, aldeias, escolas, comunidades, para discutir questões mais amplas sobre linguagem e poder. As análises mostram como práticas linguísticas se relacionam com memória, território e identidade, e como diferentes grupos enfrentam pressões históricas que ainda moldam o presente.
Sem tratar a diversidade como tema abstrato, os textos abordam situações concretas: ensino de línguas indígenas, narrativas orais, experiências de mulheres indígenas na escolarização e usos da música como forma de afirmação cultural.
Ao colocar em primeiro plano vozes indígenas e quilombolas, a obra desloca o foco do olhar eurocéntrico acadêmico tradicional. Aqui, linguagem não aparece como objeto neutro, mas como prática situada, atravessada por relações de poder e por formas de resistência que se constroem no dia a dia.






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